Imposto que poderia render bilhões, até hoje não foi regulamentado

14358979_207509056333848_4760595729075491991_n.pngPrevisto na Constituição de 1988 e defendido até pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) como forma de garantir um crescimento sustentável, o imposto sobre grandes fortunas ainda não saiu do papel no Brasil.

Vamos entender o porquê.

O imposto, que existe em alguns países, precisa ser regulamentado pelo Congresso. Mas a gente sabe que quem tem grandes fortunas também têm muito poder político e influência em Brasília. Além do mais, vários congressistas são milionários e seriam alvos na nova tributação.

E a alíquota nem é muito alta. Na França, ela varia de 0,55% a 1,8%, sendo maior para quem tem mais bens de luxo e aplicações financeiras.

Então por que, em vez de colocar em risco os direitos dos trabalhadores reformando a CLT e a Previdência, não se regulamenta este imposto que, segundo algumas estimativas, renderia tanto quanto a volta da CPMF (que era de R$ 30 bilhões por ano) sem cobrar de quem tem menos?

Deixe uma resposta