A Previdência Social é bem diferente da Previdência privada. Uma é para todos e a outra é para poucos.

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Vários dos itens da proposta de reforma da Previdência levam a crer que o real objetivo da medida não é reformular o sistema, mas sim acabar com ele. Como? Impondo regras tão restritivas que façam as pessoas desistirem da Previdência pública em favor da privada.

Mas existem diferenças fundamentais entre os dois sistemas e elas certamente afetam a vida de todo mundo.

Na Previdência pública, quando um trabalhador ou trabalhadora se acidenta, passa por uma cirurgia ou por um longo tratamento médico, tem direito ao recebimento do auxílio-doença, um valor pago pela previdência que ajuda a segurar as pontas nesses momentos em que não é possível trabalhar.

Pois esta categoria não existe na previdência privada. Para ter direito a algo parecido, você precisa ter um seguro de vida, que ofereça especificamente este benefício, o que seria mais um gasto no seu orçamento.

E num caso mais grave, em que a pessoa fique incapacitada para o trabalho, em vez da aposentadoria vitalícia da Previdência Social, o trabalhador ou trabalhadora terá seus vencimentos limitados ao que já pagou, o que pode não ser suficiente o sustento para o resto da vida.

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