O círculo vicioso da crise

 

 

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Embora muita gente por aí diga que não, existem muitas formas bem diferentes de se combater uma crise. A opção do Brasil hoje governado por Michel Temer tem sido pela austeridade, pelos cortes de investimentos e por reduções nas políticas sociais. O problema é o resultado disso.

Na prática, quando a gente corta investimentos, a gente faz com que o país se retraia, fique mais parado e tenha menos capacidade de voltar a se desenvolver. Isso porque se tira dinheiro da economia, o que faz com que as empresas também invistam menos, gerando mais desemprego. Com isso, diminui o consumo e o dinheiro para de circular, tornando mais difícil que as empresas voltem a investir. A economia enfraquece e o país cresce menos.

E o pior é que os cortes em áreas sociais, como saúde, educação e assistência social, fazem com que as pessoas fiquem mais desprotegidas, aumentando a pobreza e a desigualdade e aumentando a crise.

Essa não é a única (e muito menos a melhor) forma de enfrentar uma crise econômica. Se em um momento de recessão o governo optar por investir mais, o país se recupera muito mais rápido, porque a economia volta a crescer, e as pessoas que mais precisam do Estado sofrem muito menos.

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