Ué, não ia melhorar? PARTE III

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País perdeu 1,3 milhão de vagas com carteira assinada em 2016. Só em dezembro do ano passado, o Brasil perdeu 462.366 vagas de emprego com carteira assinada. A informação é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Só no setor bancário foram 20.533 postos de trabalho a menos, impulsionados pelo programa de aposentadoria incentivada do (PEAI) do Banco do Brasil que eliminou 10 mil vagas.

Houve também uma redução no salário médio de admissão no ano passado na comparação com o ano anterior. O valor foi de R$ 1.389,19 para R$ 1.374,12.

Então, onde estão as melhoras da economia previstas pelos grandes meios de comunicação após a saída da presidenta Dilma Rousseff?

“Com saída de Dilma, mercado vê chance de retomada da confiança econômica”, disse a edição de 12 de maio do jornal “O Globo”. Verdade? Os números finais de 2016 não foram divulgados, mas os dados dos três primeiros trimestres indicam retração do Produto Interno Bruto (PIB).

Em julho, a Veja encontrou um professor de economia do renomado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) que afirmou que economia brasileira estava um caos: “Economia brasileira está como a de um país em guerra civil, diz professor do MIT”.

Um dia após a consolidação do golpe, o Correio Braziliense estampava “Para especialistas, PIB do país deve melhorar com impeachment de Dilma”. Mas o número de desempregados continuou a aumentar.

Afinal, não ia melhorar?

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