Uma boa notícia, enfim! Brasil é líder global em número de mulheres cientistas

 

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Também trabalhamos com boas notícias. De acordo com o estudo: ““Gender in the Global Research Landscape” da editora de artigos científicos, Elsevier, entre 1996 e 2015, a participação feminina na produção científica no Brasil cresceu 11%. A pesquisa comparou 12 países, dentre eles Estados Unidos, Japão e Reino Unido. O critério foi o número de artigos em publicações científicas e citações de pesquisadoras mulheres.

Dos artigos publicados no período analisado (1996 a 2015), em média 40% dos autores eram do gênero feminino. No caso brasileiro, o número alcançou a casa dos 49%, beirando a paridade de gênero. Em termos brutos, só entre 2011 e 2015, isso equivale a 153.967 artigos contabilizados no Brasil.

Nos caso dos inventos elaborados por cientistas brasileiros, o índice de mulheres também surpreendeu. Entre 1996 e 2015, a taxa subiu de 11% para 17%. Atualmente, o porcentual supera o resultado de países como o Reino Unido e até da União Europeia, que chegaram ao marco de 12% de inventoras.

Muito legal, não é? Mas as mulheres brasileiras ainda têm diversas barreiras para superar. Mesmo sendo elas as que mais produzem artigos, ainda são pouco chamadas para palestras, congressos e simpósios e viajam menos para eventos científicos.

Dados do governo brasileiro mostram a existência de obstáculos para que as pesquisadoras consigam bons postos de trabalho, remuneração compatível e oportunidades no meio acadêmico.

Dentre os 12 países analisados, o trabalho das mulheres cientistas tende a ser menos citado que o dos homens e os artigos produzidos por elas nem sempre são divulgados.

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