Movimentos sociais repudiam restrição de direitos por causa de depoimento de Lula em Curitiba

 

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A juíza Diele Denardin Zydek concedeu liminar à prefeitura de Curitiba proibindo acampamentos em ruas a praças da cidade por causa do depoimento do ex-presidente Lula, marcado para as 14h do dia 10 (quarta-feira).

A medida, que entra em vigor às 23h de hoje e vai até as 23h de quarta-feira prevê multa diária de R$ 50 mil para montagem de estruturas e acampamentos nas ruas e praças da capital paranaense e até R$ 100 mil para pedestres e veículos que passarem pela região da Justiça Federal curitibana.

A ação foi repudiada por movimentos sociais. “A medida é uma forma de criminalização dos movimentos sociais, porque busca impedir a vinda pacífica e democrática de milhares de pessoas que buscam debater os rumos da democracia, entre os dias 9 e 10 de maio, os atuais ataques contra os direitos sociais pelo governo Temer, assim como o papel hoje político cumprido pelo Judiciário”, disse em nota a Frente Brasil Popular, que promete abrigar os manifestantes em “hospedagens solidárias” em residências de apoiadores e ginásios de sindicatos.

O juiz Sergio Moro pediu, em vídeo postado na página de sua mulher, Rosângela Wolf Moro, que apoiadores da Lava Jato não sigam para Curitiba, mas esses grupos também pretendem manter sua agenda da manifestações.

A medida, que entra em vigor às 23h de hoje e vai até as 23h de quarta-feira prevê multa diária de R$ 50 mil para montagem de estruturas e acampamentos nas ruas e praças da capital paranaense e até R$ 100 mil para pedestres e veículos que passarem pela região da Justiça Federal curitibana.

A ação foi repudiada por movimentos sociais. “A medida é uma forma de criminalização dos movimentos sociais, porque busca impedir a vinda pacífica e democrática de milhares de pessoas que buscam debater os rumos da democracia, entre os dias 9 e 10 de maio, os atuais ataques contra os direitos sociais pelo governo Temer, assim como o papel hoje político cumprido pelo Judiciário”, disse em nota a Frente Brasil Popular, que promete abrigar os manifestantes em “hospedagens solidárias” em residências de apoiadores e ginásios de sindicatos.

O juiz Sergio Moro pediu, em vídeo postado na página de sua mulher, Rosângela Wolf Moro, que apoiadores da Lava Jato não sigam para Curitiba, mas esses grupos também pretendem manter sua agenda da manifestações.

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