Desemprego ampliado é de 21,2% no Brasil

 

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O Brasil é o sexto país com maior desemprego ampliado, com 21,2%, entre 31 países desenvolvidos e emergentes analisados por um estudo comparativo do banco Credit Suisse. O indicador é um pouco mais complexo do que a medida de desemprego normalmente utilizada, porque considera também quem faz bicos por falta de opção e trabalha menos do que poderia e quem já desistiu de procurar emprego. A taxa tradicional considera apenas quem procura emprego e não encontra.

Os dados divulgados são referentes ao terceiro trimestre de 2016, quando a taxa de desemprego tradicional ficou em 11,8%, quase metade do desemprego ampliado.

No Brasil, cerca de 23 milhões de pessoas têm subempregos ou estão subutilizados, segundo o estudo. E, aí, já sabemos o que vem junto: precarização, ausência de direitos trabalhistas, salários bem mais baixos e queda na qualidade de vida.

O estudo também projeta que mais de 1,6 milhão de pessoas ficaram desempregadas no Brasil em 2017, aumentando de 12,1 milhões para 13,7 milhões o número de desempregados.

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