No Brasil, só metade das empresas verificam se terceirizadas agem irregularmente

 

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As empresas brasileiras que terceirizam suas atividades não se preocupam muito com os riscos que essa decisão pode representar. Embora a aprovação da lei da terceirização tenha sido benéfica para as contratantes, já que sua responsabilidade em relação aos funcionários deixou de solidária para ser subsidiária, terceirizar serviços sem saber como a companhia contratada se comporta, representa um risco.

Antes da aprovação da lei, contratada e terceirizada eram igualmente responsáveis pelo que acontecia com os trabalhadores (responsabilidade solidária). Agora, ela é subsidiária, o que quer dizer que quem contrata deve complementar o que for devido ao trabalhador, no caso de a terceirizada não arcar com suas dívidas.

Ainda assim, se acontecer de a terceirizada não ter condições de pagar os direitos do trabalhador, a contratante será, no final das contas, responsável pela dívida.

Mas boa parte das empresas brasileiras que terceirizam parte da sua mão de obra ignora ou não acredita que sofrerá a ação da lei. Apenas metade delas afirma avaliar as terceirizadas para saber se elas praticam corrupção, lavam dinheiro ou o uso de trabalho escravo.

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